terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Falta. . .


E se você pudesse sentir metade da dor que invadiu meu peito aquelas noites, e que acabou fazendo morada, latejando vez em sempre, sem escolher hora ou lugar. Fazendo meus olhos se encherem d’água em meio a conhecidos e desconhecidos. Você entenderia que horas a fio de choro na madrugada não foram suficientes.
Sim, assim como tudo que é movido pela emoção, não se pode ter controle. Dói, seu coração se fecha, seu olhar muda, sua alegria se despede repentinamente e você tenta todos os artifícios para que ninguém perceba. É inútil, falta é falta. Decepção é decepção.

Não me peça para não sentir.