quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Sem mais. . .
"Pra quem vê a luz
Mas não ilumina suas minicertezas
Vive contando dinheiro
E não muda quando é lua cheia" ♪
sábado, 21 de novembro de 2009
Doce
Eles sentem certa conexão. Ela sabe que ele é diferente. Ele sabe que nela pode confiar.E tudo que ela queria era viver algo belo e profundo, porém diferente de tudo que estava habituada a ver. Leve como o vôo mais alto de um pássaro. Doce como o mais gostoso mel.
Encontrar alguém que se interesse de fato pelo que esta dentro, alguém que não tenha medo de ir atrás, de conquistar, de procurar, que ouça com ela suas canções favoritas, enquanto deitados na grama brincam de encontrar desenhos nas nuvens, alguém que não desista de cara, na primeira TPM, na primeira contradição/discussão, alguém que espalhe cartazes pelo metro a fim de encontrá-la.
Ela só quer... quem chegue de mansinho, se faça presente, se mostre importante, sem se impor vital, quem sem dizer uma palavra permita que ela lhe beije o canto esquerdo da boca, seguido do pescoço, voltando de forma delicada ao lado esquerdo do rosto para beijar-lhe o olho. Enquanto isso? Olhares e sorrisos que valham mais que qualquer citação de amor.
domingo, 15 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Sei lá. . .
É estranho sair de casa, encontrar com conhecidos, do tipo que denominamos conhecer de vista, e ver que você estava certa por não fazer parte da porção feminina, da época do ensino fundamental, que passava tardes a fio chorando por não ser tão popular quanto as garotas (hoje conhecidas de vista) do ensino médio.
Ta, não que fosse preciso ser um Einstein para descobrir o fim que teriam, as tais populares, mas eu me orgulho de ter tido personalidade o suficiente para nunca me deixar abalar.
Festas que mais pareciam bacanais? Ser objeto na mão de acéfalos? Viver rodeada de acéfalos? Arranjar confusão por falsos amigos? Entre outros absurdos, considerados o ápice de uma bela vida social... Não obrigada.
É estranho cruzar com as meninas da época e ver seus corpos deformados pelas várias gestações, ou mesmo os meninos absurdamente acabados pelo uso abusivo de tudo o que fosse o mais prejudicial possível ao corpo/saúde. Mas a ‘deformação’ mais gritante, por incrível que pareça, não é a exterior, e sim a interior que fica evidenciada, nos olhares cabisbaixos, por exemplo, na expressão de cansaço ou (e principalmente) amargura. Agora me diz, serviu de alguma coisa viver sem pensar, nem um instante sequer, no amanhã?
PS. sei que são N os motivos (relevantes ou não) que envolvem o exposto acima, mas deu vontade de escrever e ponto. ; )
