sábado, 10 de outubro de 2009

Nada de tentar entender. . .


E seus traços são mais comuns do que eu podia imaginar, a cada dia um novo rosto que vejo me remete a você, é como se um turbilhão de coisas passasse de uma só vez na minha cabeça.
Devo confessar que notar isso, serviu simplesmente para reforçar o que há tempos já sabia, você era especial, afinal se tua fisionomia era assim tão comum, se quando te vi pela primeira vez você me pareceu tão diferente dos demais, talvez em você eu tenha enxergado o tal algo mais.
Desde então e diante da impossibilidade de observar seus traços novamente me resta à memória, ou os rostos parecidos com os quais cruzo sempre em meu caminho.
Quando na verdade isso não me basta.
Será que nas nuvens eu encontro seus traços? Somente os seus.