
I
Prosa regada com característico sotaque do interior paulista.
Senhor: - O mato ta feio.
Ela: - É ta grande!
Senhor: - Deve ter até onça, cuidado.
Ela: (sorri diante de tamanha suavidade)
Segundos depois
Senhor: - Oh! Por aqui está mais limpo.
Ela: (segue seu caminho, pedindo que isso nunca acabe)
II
Elas andam pela calçada. Uma árvore no caminho. Ele vinha de encontro.
Senhor: - As moças por favor.
Elas passam. Ele as cumprimenta segurando seu chapéu
Elas: - Obrigada!
Prosa regada com característico sotaque do interior paulista.
Senhor: - O mato ta feio.
Ela: - É ta grande!
Senhor: - Deve ter até onça, cuidado.
Ela: (sorri diante de tamanha suavidade)
Segundos depois
Senhor: - Oh! Por aqui está mais limpo.
Ela: (segue seu caminho, pedindo que isso nunca acabe)
II
Elas andam pela calçada. Uma árvore no caminho. Ele vinha de encontro.
Senhor: - As moças por favor.
Elas passam. Ele as cumprimenta segurando seu chapéu
Elas: - Obrigada!
