
E na TV Jonathan canta Neurose.
E o peito apertando, apertando querendo vencer um grão de mostarda em pequenez.
De repente uma estranha vontade de sofrer por amor. De sentir aquele misto de dor e alegria. Masoquismo? Talvez. Cada um define como deseja. Para mim necessidade.
Necessidade de sentir a vida pulsando a cada acelerar do coração quando o outro passa por perto.
Necessidade de sentir o peito dilacerar enquanto o outro faz joguinhos de ‘quero, não quero’.
Necessidade de perder noites escrevendo, pensando, quem sabe até chorando, e ter medo que a razão das noites de insônia, um dia tome conhecimento disso.
Necessidade de fantasiar estórias, criar finais felizes, ensaiar declarações de amor, ou mesmo DRs em frente o espelho, na esperança de que seu reflexo se transforme em seu objeto de desejo e tire suas dúvidas num piscar de olhos.
Necessidade de sentir o calor do outro através de um abraço na tentativa de te convencer que é única e que suas indagações não passam de paranóia.
Necessidade de querer alguém mais que qualquer outra coisa/pessoa/etc. , de amar com paixão, sabe? Amar sentindo que sem o outro por perto o chão lhe falta, o ar fica escasso, nada tem a mesma graça.
Necessidade de pela 1ª vez na vida amar com a força e o desespero de um adolescente.
Necessidade de alguém que lhe tire o sono. Que atrapalhe o dia de trabalho. Bagunce a mente. Coloque em ‘xeque’ conceitos, crenças e sonhos para o futuro. Quem deixe sua marca sutil, mas do tipo ‘ferida aberta’, para doer, mostrar-se latente todo tempo. Quem não deixe que os próximos ofereçam melhor e maior prazer e satisfação. Quem se torne ponto de referência, tipo ‘nota de corte’ em todos os quesitos. Toque, afinidade, pele, inteligência, cheiro, sagacidade, química.
“Vem me perturbar. Vem me perturbar, não me deixa dormir. Vem tirar meu sono. Não sai da minha cabeça, não. não sai da minha cabeça, não.
Por isso vem me perturbar. Por isso vem me perturbar. Vem tirar meu sono. Vem tirar meu sono. Não sai da minha cabeça, não. Não sai da minha cabeça, não. Por isso vem me perturbar. Vem me perturbar. Vem me perturbar. Vem me perturbar. Por isso vem me perturbar.” J.C
E o peito apertando, apertando querendo vencer um grão de mostarda em pequenez.
De repente uma estranha vontade de sofrer por amor. De sentir aquele misto de dor e alegria. Masoquismo? Talvez. Cada um define como deseja. Para mim necessidade.
Necessidade de sentir a vida pulsando a cada acelerar do coração quando o outro passa por perto.
Necessidade de sentir o peito dilacerar enquanto o outro faz joguinhos de ‘quero, não quero’.
Necessidade de perder noites escrevendo, pensando, quem sabe até chorando, e ter medo que a razão das noites de insônia, um dia tome conhecimento disso.
Necessidade de fantasiar estórias, criar finais felizes, ensaiar declarações de amor, ou mesmo DRs em frente o espelho, na esperança de que seu reflexo se transforme em seu objeto de desejo e tire suas dúvidas num piscar de olhos.
Necessidade de sentir o calor do outro através de um abraço na tentativa de te convencer que é única e que suas indagações não passam de paranóia.
Necessidade de querer alguém mais que qualquer outra coisa/pessoa/etc. , de amar com paixão, sabe? Amar sentindo que sem o outro por perto o chão lhe falta, o ar fica escasso, nada tem a mesma graça.
Necessidade de pela 1ª vez na vida amar com a força e o desespero de um adolescente.
Necessidade de alguém que lhe tire o sono. Que atrapalhe o dia de trabalho. Bagunce a mente. Coloque em ‘xeque’ conceitos, crenças e sonhos para o futuro. Quem deixe sua marca sutil, mas do tipo ‘ferida aberta’, para doer, mostrar-se latente todo tempo. Quem não deixe que os próximos ofereçam melhor e maior prazer e satisfação. Quem se torne ponto de referência, tipo ‘nota de corte’ em todos os quesitos. Toque, afinidade, pele, inteligência, cheiro, sagacidade, química.
“Vem me perturbar. Vem me perturbar, não me deixa dormir. Vem tirar meu sono. Não sai da minha cabeça, não. não sai da minha cabeça, não.
Por isso vem me perturbar. Por isso vem me perturbar. Vem tirar meu sono. Vem tirar meu sono. Não sai da minha cabeça, não. Não sai da minha cabeça, não. Por isso vem me perturbar. Vem me perturbar. Vem me perturbar. Vem me perturbar. Por isso vem me perturbar.” J.C
